[Ubuntu-BR] Evidências de que o Linux é mais seguro

hamacker sirhamacker em gmail.com
Sexta Outubro 25 20:12:14 UTC 2013


No final de contas tudo é programa, feito por um programador para ser usado
num sistema operacional.
Se seu sistema operacional aceita executar programas criados por terceiros,
então não há impedimento dum spyware, trojan ou o que vala.
Falha em configurações ou programas  é algo real e que não deve ser
menosprezado, até aqui, todos os SOs são iguais. Isto é, usar uma falha no
ssh para invadir um sistema é tão ruim quanto usar uma falha no java para
invadir o windows.

Virus autenticos, isto é, aquele que se dissemina na rede sem a intervenção
do usuário, usando linux eu só ouço falar desses criados em labs e mesmo
assim alguem tem que disparar.

Falhas de ataque de engenharia social, este sim, se o Linux fosse popular
teria grandes dores de cabeça, mas os scripts já teriam de vir com chmod
a+x, como se faria isso eu não sei.

Para mim, a principal porta de entrada desses "virus" é o usuário. O
usuario windows pirateia muito, pega muito programa "gratis" na internet
que vem com mais 2 ou 3 programas extras, enfim, esse comportamento é
propicio para pegar virus, trojans e afins.

Eu raramente instalo algo que não está nos repositórios, isso faz muita
diferença.

Isso explica melhor a diferença entre virus para windows e linux.


Em 25 de outubro de 2013 08:56, luciano de souza <luchyanus em gmail.com>escreveu:

> Vírus, spyware, trojan e worm... Se não tivesse consultado o Google,
> creio que também não teria ideia sobre a diferença.
>
> De qualquer modo, pelo sistema de permissões, estamos a concluir que o
> Linux, se não é imune, ao menos, é muitíssimo resistente a estas
> espécies de contaminação.
>
> Mas e quanto aos spywares, trojans e worms? Aqui estou a supor que a
> utilização de repositórios oficiais deva minimizar tremendamente estes
> riscos.
>
> Mas e quanto aquelas pragas que se instalam na máquina do usuário
> durante a navegação na Internet? Será que necessariamente precisam
> autoexecutar-se? Por vezes, o Firefox diz que instalará um plugin e
> nem por isso digito senha de administrador.
>
> Quando o usuário diz que quer estar livre de vírus, na verdade, quer
> dizer que deseja estar livre de ameaças virtuais, quaisquer que sejam
> os seus nomes.
>
> Se o Linux é resistente, quase imune a vírus, também o é no que diz
> respeito às outras espécies de pragas?
>
>
> Em 25/10/13, Ivan Brasil Fuzzer<ivan em fuzzer.com.br> escreveu:
> > A possibilidade de existirem vírus para Linux é real, mas até hoje só
> > provada através de conceitos. Vírus que são vírus de verdade precisam se
> > autoexecutarem e replicarem sem que o usuário precise interagir com ele.
> > Existe muita confusão entre vírus, trojan e outros malwares, a maioria
> > da imprensa bota tudo no mesmo saco.
> > O que atesta a segurança do Linux é seu sistema de permissões, não sendo
> > necessário um programa para atestar isso, basta ler a fundo como
> > funciona o sistema de permissões.
> > No Windows, mesmo que o usuário use contas como administrador, os vírus
> > continuam conseguindo se autoexecutarem e auto propagando, só fica um
> > pouquinho mais difícil.
> > Nos dois sistemas o usuário pode ferrar tudo e facilitar a entrada de
> > programas indesejados, disso não tenho dúvidas, mas no Linux os cuidados
> > a serem tomados são menores, só vai executar no computador o que o
> > usuário permitiu explicitamente, já no Windows a história é outra.
> >
> > Em 25-10-2013 08:18, luciano de souza escreveu:
> >> Caros,
> >>
> >> Em foruns, a comparação entre Windows e Linux costumam ser pontuadas
> >> por paixões. O resultado disso é que, de um lado e de outro, costumam
> >> ser emitidas opiniões parciais sobre o assunto.
> >>
> >> Por isso é que gostei do seguinte artigo:
> >>
> http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1004070-6174,00-CONSIDERADO+MAIS+SEGURO+QUE+WINDOWS+LINUX+TAMBEM+NAO+ESTA+LIVRE+DE+AMEACAS.html
> >>
> >> De fato, não sei se tudo o que é dito no artigo é exato. Ao fim,
> >> gostei mesmo é do tom.
> >>
> >> Há gente que diz que o Linux é imune a vírus. Ele não é. A despeito
> >> disso, por cá, já ouvi relato de oito anos de uso sem antivírus e sem
> >> vírus. algo de especial há que existir para obter tão notável
> >> resultado.
> >>
> >> Pode ser devido ao menor uso do Linux? Em pequena medida, creio que
> >> sim. Usuários de Windows conhecem mais usuários de Windows e,
> >> portanto, estão aptos a transmitir para usuários de Windows.
> >>
> >> Pode ser devido ao fato de que o Linux possui um sistema de permissões
> >> mais robusto? Na verdade, parece que além de o Windows ser um pouco
> >> menos seguro; menos seguro é o comportamento dos usuários do Windows.
> >> Eles poderiam criar contas administrativas para obrigar a autenticação
> >> quando da instalação de programas. Mas o padrão do Windows não obriga
> >> a isso.
> >>
> >> Como o próprio artigo desenvolveu e estive cá a resumir, são várias as
> >> razões pelos quais o Linux é mais seguro. Mas o fato é que as
> >> estatísticas parecem comprovar que realmente é mais seguro.
> >>
> >> Como além de seguro, o Linux é, para mim, muito funcional e
> >> filosoficamente ajustado à minha personalidade, eu o adotei.
> >>
> >> Mas um questionamento deste artigo colocou-me uma dúvida. Ele dizia
> >> que os usuários de Linux porque estão convencidos de que são imunes a
> >> vírus, não se protegem. Mas como é que se protegeriam? Existe
> >> antivírus para verificar contaminações em máquinas Linux? E se não
> >> existe, como é realmente possível afirmar que não estamos infectados?
> >>
> >> Será que se presumiria a presença de vírus pelos efeitos que causa? E
> >> se eu tivesse infectado por um vírus de boa família, bem educado, que
> >> não aprecia os holofotes e realiza o seu trabalho com o silêncio de um
> >> monge sisterciense?
> >>
> >> Se não há uma ferramenta que ateste a ausência de vírus, não se corre
> >> o risco de que as alegações de maior segurança se tornem mais
> >> subjetivas?
> >>
> >> De fato, eu realmente acredito que o Linux é mais seguro. Não é esta a
> >> questão.
> >> A minha dúvida é quais são as evidências empíricas desta segurança.
> >>
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