[Ubuntu-BR] OppenOfficce é problemático?

roberto.blatt em gmail.com roberto.blatt em gmail.com
Terça Outubro 10 00:54:43 UTC 2006


Na verdade não eram versos: eram falas de um diálogo de Platão.
Mas não observei se houve algum problema no fechamento, parecia normal.
Vou testar essa solução aí, mas talvez seja mais fácil refazer o arquivo.
Quando disse formatando, quis dizer diagramando, na verdade.
Mas agradeço a ajuda.


2006/10/9, José Geraldo Gouvêa <jggouvea em gmail.com>:
>
> Em Seg, 2006-10-09 às 13:50 -0300, roberto.blatt em gmail.com escreveu:
> > Olá: gente.
> > Esse tipo de problema eu nunca enfrentei, mas se alguem puder me ajudar
> > agradeço.
> > Digitei ontem um texto e estava formatando.
> > Hoje abri e aparecem umas coisinhas que não estavam lá ontem e não
> deviam
> > estar:
>
> Antes de mais nada: você disse que "estava formatando" mas não
> especificou se tudo correu bem durante o salvamento e encerramento do
> programa. Algo semelhante já aconteceu comigo uma vez, mas foi porque o
> programa não encerrou corretamente. Quer dizer, eu fechei o arquivo mas
> na hora em que fui fechar o programa ele "morreu".
> >
> >  *"Fedão –* Segundo os Atenienses, é o navio em que outrora Teseu levou
> para
> > Creta as
> > duas septenas de jovens, moços e moças, que ele salvou, salvando-se
> também.
> > Nessa
> > ocasião, segundo contam, prometeram a Apolo enviar anualmente uma
> deputação
> > a Delo,
> > no caso de se salvarem, e até hoje todos os anos vão em romaria à
> divindade.
> > Desde o início
> > dos preparativos da viagem, determina a lei que se proceda à purificação
> do
> > burgo, não<!--
> > D(["mb","<br>sendo permitido executar ninguém por crime público antes de
> > chegar a Delo o navio e<br>retornar de lá. Por vezes esse prazo fica
> muito
> > dilatado, quando os ventos são adversos. O\n<br>início da peregrinação é
> > contado a partir do momento em que o sacerdote de Apolo coroa a<br>popa
> do
> > navio, o que se deu, conforme disse, na véspera do julgamento. Esse o
> motivo
> > de<br>ter estado Sócrates tanto tempo na prisão, desde o julgamento até
> à
> > morte.\n<br>II – Equécrates – E as condições em que morreu, Fedão? Quais
> > foram suas palavras?<br>Como se houve em tudo? Quais dos seus familiares
> se
> > encontravam ao seu lado? Ou as<br>autoridades não permitiram que
> entrassem,
> > vindo ele a morrer privado de assistência dos\n<br>amigos?<br>Fedão – De
> > forma alguma; vários estiveram presentes; em grande número,
> mesmo.<br>Page
> > 2<br>Equécrates – Então, procura contar-nos com a maior exatidão
> possível
> > como tudo se<br>passou, no caso de dispores de folga.\n<br>Fedão –
> Disponho,
> > sim, e vou tentar expor-vos o que se deu. Para mim, nada é
> tão<br>agradável
> > como recordar-me de Sócrates, ou seja quando falo nele, ou quando ouço
> > alguém<br>falar a seu respeito.<br>Equécrates – Pois podes ter a
> certeza,
> > Fedão, de que teus ouvintes estão nessas\n<br>mesmas condições.
> Esforça-te,
> > portanto, para contar o caso com todas as..."
> >
>
> > Esses sínais <br>, \n<br>m, etc, estão avacalhando meu trabalho, e estão
> por
> > todo o texto.
> >
> > Alguém sabe como resolvo isso?
>
> A maneira mais fácil seria um "Procurar & Substituir".
>
> Os códigos \n indicam quebras de linha no código.
>
> Os códigos <br> indicam lugares onde você havia quebras de linha.
> Suponho que você estava digitando versos (caso contrário não haveria
> nenhum sentido em ficar inserindo quebras no fim de cada linha, como em
> uma máquina de escrever). Nesse caso, deveria substituir as ocorrências
> de <br> por quebras de linha. Faça o seguinte: insira uma quebra de
> linha em algum lugar e selecione com cuidado entre a última palavra
> antes da quebra e a primeira palavra da linha seguinte. Use o atalho
> para copiar e cole dentro do campo "substituir por" na caixa de diálogo.
>
> É possível (imaginando mais uma vez que você estava digitando versos)
> que as combinações \n<br> indicam os finais de estrofe. Assim, "\n<br>"
> deveria ser substituido por uma quebra de parágrafo.
> --
> José Geraldo Gouvêa <jggouvea em gmail.com>
>
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Eis meu diário de leitura:

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o livro do momento é "Humano, Demasiado Humano",
do Nietzsche. Se você se interessa dê uma olhada
nos aforismas que selecionei e apresente suas
interpretações.



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